Muito amor, doçura e paixão para todos!

Muito amor, doçura e paixão para todos!

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Enfim...


Amar é parada masoquista..
É dor e sufoco!
É ter um coração com dono e corpo livre...
É se doar sem receber espólios da conquista.

Amar é como ter a alma fora do corpo
é cuidar do outro e esquecer que se está em frangalhos...
Fazer da própria felicidade um jogo,
sem cartas marcadas no baralho...

Amor necessita de emoção, não racionalidade
tirar os grilhões do pensamento
e dar a loucura uma carta de liberdade.
É estar no turbilhão e apenas fechar os olhos e sentir o vento...

Amar é encarar o abismo
sem ter certeza que alguém vai te segurar
Não importa se por miopia ou altruísmo

sorrindo candidamente, do precipício saltar...

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Meu colibri...

Seus olhos como estrelas me guiam na escuridão
Escuridão que assombrou minha alma por tanto tempo
Eu anjo caído sem merecimento
Tiro minhas forças de você...

Meu coração sombrio e judiado tem medo
De que tanta felicidade não esteja a mim destinada
que eu  não mereça  nunca ser amada
e você não será meu firmamento...

Ah meu belo colibri!
Quando passeias em outro jardim
Me traz tanta tristeza e dor!

Queria tanto te dizer
Que nesse jardim não tem vida sem você
E quando você se vai tudo se torna sombrio novamente
Dúvidas chicoteiam sobre minha doce alma necessitada de amor!

Mas meu anjo, meu colibri
sei que com você é tudo diferente!
Não importa o que passou ou o que vivi,
Sou tudo e nada, alma e mente!

Sei que mereces mais que um coração estilhaçado
Ou uma alma medrosa
Mas o que eu faço se  ao te ver meu coração desabrocha como uma rosa
E eu não consigo parar de sonhar?

Serei eu egoísta, por te querer mais que tudo?
Por  te querer nesse meu sombrio mundo
Querer que sejas o sol que ilumina meu caminho
enquanto tudo parece desabar?

Me diz você, meu anjo colibri
Nessa noite de luar
Se aceitares ficar aqui
prometo te fazer feliz e nunca te magoar....

Mas se não quiseres meu doce colibri,
não deverias ter clareado meu mundo com sonhos de amor
Da minha alma me livrado de toda dor

se não pretendias nesse novo mundo morar...

terça-feira, 5 de agosto de 2014

A morte da Borboleta

Sangue respingando no asfalto e então ela já não é mais uma menina...
Todo o resplendor ficou para trás
sonhos ternos e cândidos não povoam sua mente mais!
E agora ela sabe exatamente como isso termina!

Roupas pela sala, cheiro de naftalina...
Em um baú dourado
Seu coração está guardado
E lacrado a sete chaves, nada germina.

Um vinho barato
bitucas e cinzas pelo chão...
Sem ao menos um muito obrigado
coadjuvante de sua própria história, ela abandona o salão.

Sangue respingando no asfalto...Ela  não é mais menina...
Entre lágrimas e prazer
ser ou não ser...

Toda pureza despedaçada em camas vazias...

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Entre o vidro...

Do outro lado do vidro,
doce aroma, gargalhadas, flores e luar...
Um belo mundo colorido,
onde as fadas vão dançar...

Do outro lado do vidro,
gélida alma que o fogo não esquenta.
Entre cinzas e um rosto retorcido,
uivo e gemido, dor e tormenta....

Uma linha tênue divide:
Desespero e desapego,
fé e medo,
desistir ou lutar...

De um dos lados do vidro
imagens que a razão tenta afastar!
Um prisma mostra refletido
o que o coração não consegue mensurar...

quinta-feira, 17 de julho de 2014

O último teorema de Fermat- Coautoria da querida Vanessa Andrade

E por muito tempo rabiscou o caderno...
Enumerou todas as variáveis, calculou todas as probabilidades daquilo dar errado!
Pesou todos os infinitos contras e alguns prós, sabia que o resultado final poderia ser uma dor imensa além do profundo vazio!
Formulou várias leis que pudesse de alguma forma explicar tudo aquilo...
Ate criou teoremas, esquematizou...
A mesma só não contava que ele tinha alma... ela também tinha...

Eis que percebeu a imensidão e complexidade "daquilo"  e todos os seus cálculos perderam o sentido...