Muito amor, doçura e paixão para todos!
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Enfim...
Amar é parada masoquista..
Amar é parada masoquista..
É dor e sufoco!
É ter um coração com dono e corpo livre...
É se doar sem receber espólios da conquista.
Amar é como ter a alma fora do corpo
é cuidar do outro e esquecer que se está em frangalhos...
Fazer da própria felicidade um jogo,
sem cartas marcadas no baralho...
Amor necessita de emoção, não racionalidade
tirar os grilhões do pensamento
e dar a loucura uma carta de liberdade.
É estar no turbilhão e apenas fechar os olhos e sentir o
vento...
Amar é encarar o abismo
sem ter certeza que alguém vai te segurar
Não importa se por miopia ou altruísmo
sorrindo candidamente, do precipício saltar...
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Meu colibri...
Seus olhos como estrelas me guiam na
escuridão
Escuridão que assombrou minha alma por
tanto tempo
Eu anjo caído sem merecimento
Tiro minhas forças de você...
Meu coração sombrio e judiado tem medo
De que tanta felicidade não esteja a mim
destinada
que eu não mereça nunca ser amada
e você não será meu firmamento...
Ah meu belo colibri!
Quando passeias em outro jardim
Me traz tanta tristeza e dor!
Queria tanto te dizer
Que nesse jardim não tem vida sem você
E quando você se vai tudo se torna sombrio
novamente
Dúvidas chicoteiam sobre minha doce alma necessitada
de amor!
Mas meu anjo, meu colibri
sei que com você é tudo diferente!
Não importa o que passou ou o que vivi,
Sou tudo e nada, alma e mente!
Sei que mereces mais que um coração estilhaçado
Ou uma alma medrosa
Mas o que eu faço se ao te ver meu coração desabrocha como uma
rosa
E eu não consigo parar de sonhar?
Serei eu egoísta, por te querer mais que
tudo?
Por
te querer nesse meu sombrio mundo
Querer que sejas o sol que ilumina meu caminho
enquanto tudo parece desabar?
Me diz você, meu anjo colibri
Nessa noite de luar
Se aceitares ficar aqui
prometo te fazer feliz e nunca te
magoar....
Mas se não quiseres meu doce colibri,
não deverias ter clareado meu mundo com
sonhos de amor
Da minha alma me livrado de toda dor
se não pretendias nesse novo mundo morar...
terça-feira, 5 de agosto de 2014
A morte da Borboleta
Sangue respingando no asfalto e então ela já não é mais uma
menina...
Todo o resplendor ficou para trás
sonhos ternos e cândidos não povoam sua mente mais!
E agora ela sabe exatamente como isso termina!
Roupas pela sala, cheiro de naftalina...
Em um baú dourado
Seu coração está guardado
E lacrado a sete chaves, nada germina.
Um vinho barato
bitucas e cinzas pelo chão...
Sem ao menos um muito obrigado
coadjuvante de sua própria história, ela abandona o salão.
Sangue respingando no asfalto...Ela não é mais menina...
Entre lágrimas e prazer
ser ou não ser...
Toda pureza despedaçada em camas vazias...
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Entre o vidro...
Do outro lado do vidro,
doce aroma, gargalhadas, flores e luar...
Um belo mundo colorido,
onde as fadas vão dançar...
Do outro lado do vidro,
gélida alma que o fogo não esquenta.
Entre cinzas e um rosto retorcido,
uivo e gemido, dor e tormenta....
Uma linha tênue divide:
Desespero e desapego,
fé e medo,
desistir ou lutar...
De um dos lados do vidro
imagens que a razão tenta afastar!
Um prisma mostra refletido
o que o coração não consegue mensurar...
doce aroma, gargalhadas, flores e luar...
Um belo mundo colorido,
onde as fadas vão dançar...
Do outro lado do vidro,
gélida alma que o fogo não esquenta.
Entre cinzas e um rosto retorcido,
uivo e gemido, dor e tormenta....
Uma linha tênue divide:
Desespero e desapego,
fé e medo,
desistir ou lutar...
De um dos lados do vidro
imagens que a razão tenta afastar!
Um prisma mostra refletido
o que o coração não consegue mensurar...
quinta-feira, 17 de julho de 2014
O último teorema de Fermat- Coautoria da querida Vanessa Andrade
E por muito
tempo rabiscou o caderno...
Enumerou
todas as variáveis, calculou todas as probabilidades daquilo dar errado!
Pesou todos
os infinitos contras e alguns prós, sabia que o resultado final poderia ser uma
dor imensa além do profundo vazio!
Formulou
várias leis que pudesse de alguma forma explicar tudo aquilo...
Ate criou
teoremas, esquematizou...
A mesma só
não contava que ele tinha alma... ela também tinha...
Eis que
percebeu a imensidão e complexidade "daquilo" e todos os seus cálculos perderam o sentido...
domingo, 13 de julho de 2014
Etéreo
Hoje não tem poema
Tem verso curto
Doce problema
De quem acredita que o Amor é mais que convivência e
conveniência...
Hoje não tem poema,prosa ou poesia
mas a noite tem luar...
Mesmo sem soneto
Tem estrela e maresia
E para quem não sente medo
Um conto de amar...
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Imensidão
No alto da minha prepotência e falsa felicidade
Tudo me foi tomado
Apontada pela multidão,
percebi o quão pouco de sincero em minha vida foi cultivado
E de amor
nada sobrou...
Nem a cor, nem o cheiro
apenas desesperança e medo!
E pelas ruas que andei
em cada taverna e bordel a esmo,
te procurei nos becos mais soturnos
E talvez nós nunca tenhamos existido mesmo...
Depois dessa viagem
só escuridão
Nenhuma luz divina ou passagem
apenas vazia imensidão.
sábado, 28 de junho de 2014
C21H22N2O2
Entre medo e
desejo
Indiscreta,
sigo voluptuosa
Mergulhada
nessa noite sem estrelas
Navego no seu
beijo!
Nessa
lucidez, a mente desatina
o desejo
sucumbe!
Transpiro
estricnina.
Sigo incólume
como garça no
pântano
com nada mais
me espanto
Finjo que meu
coração está morto...terça-feira, 24 de junho de 2014
Entre sonhos e batalhas...
Quando chega a noite e todos despem seus disfarces,
significa que estamos nus a luz da lua
Então querido, entregue-se...
Estamos todos no mesmo barco,
zarpando em álcool e veneno,
vivendo em estupor e êxtase...
Venha e segure-se no que é real,
sonhos ficaram no porto!
vamos travar nossa própria batalha...
Um dia abri a janela do meu quarto e olhei a praia...
Tantos castelos desfeitos na branca areia,
tantas marcas
profundas!
E o mar continuava imparcial...
Palavras se perdem no vento, sonhos desmoronam em tempestades...
Mas isso aqui, eu te garanto, isso é real...
Então
Esqueça os sonhos perdidos,deixe os disfarces guardados e
zarpe comigo em estupor e êxtase...
Venha e segure-se no que é real,
sonhos ficaram no porto!
vamos travar nossa própria batalha...
quinta-feira, 19 de junho de 2014
"IN MEMORIAM"
Entre ruas vazias, vielas desertas
As vezes tudo que se quer é morrer, ter um pouco de paz
as vezes quando nada mais resta
ser crucificado não importa mais...
Entre bolos e balões de festa
A noticia aparece nos jornais
Um rosto despedaçado, uma fresta
Ela já não existe mais.
Entre saltos e maquiagem
entre deuses e mortais
ela ali de passagem
e com apenas um gole ela não existe mais...
Vento no porto, chuva fina
a copa das árvores balançam em fúria
no resto tudo permanece o mesmo, tudo em paz
Já a menina inocente, essa não existe mais...
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Guerra
Enquanto o
mundo gira num caleidoscópio de fingimento e dor
Eu me agarro no
sagrado
No pouco que
restou
dos escombros
da batalha...
Por mais que eu
tenha lutado, gritado,
pedido e rezado
Por mais que eu
tenha vivido, amado e sofrido
Não houve
retorno humano ou divino
Para meus
guerreiros despedaçados!
Então eu visto minha armadura e corro ao sabor do vento
Sem sentido,
sem sonhos ou anseios
Nada sinto ou
demonstro
Meus heróis
estão todos mortos...
Pego meus
sentimentos e sufoco no peito
O que
transborda eu ponho numa caixa dourada
No fundo da
mala desgastada
Com várias
trancas e cadeados
Não houve
misericórdia
Nos espólios de
guerra
O mais forte
molda a estória
E o mais fraco
foge desconsolado envergonhado com a miséria
A rotina, o
medo e a sina
Nada me traz
descanso ou prazer
Com a cabeça na
guilhotina
Sinto que não
há muito o que fazer
Quem luta o bom
combate? Quem é um bom guerreiro?
Nesse mundo vil
quem é justiceiro
Vive em um
eterno embate
Em algum
momento o coração caleja
A alma já não
almeja
O que a cabeça
não pode comandar...
Seguindo com o
rebanho
Fingimos estar
em verdes campos
Quando na
verdade
A aldeia toda
foi queimada...
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