Muito amor, doçura e paixão para todos!
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Enfim...
Amar é parada masoquista..
Amar é parada masoquista..
É dor e sufoco!
É ter um coração com dono e corpo livre...
É se doar sem receber espólios da conquista.
Amar é como ter a alma fora do corpo
é cuidar do outro e esquecer que se está em frangalhos...
Fazer da própria felicidade um jogo,
sem cartas marcadas no baralho...
Amor necessita de emoção, não racionalidade
tirar os grilhões do pensamento
e dar a loucura uma carta de liberdade.
É estar no turbilhão e apenas fechar os olhos e sentir o
vento...
Amar é encarar o abismo
sem ter certeza que alguém vai te segurar
Não importa se por miopia ou altruísmo
sorrindo candidamente, do precipício saltar...
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Meu colibri...
Seus olhos como estrelas me guiam na
escuridão
Escuridão que assombrou minha alma por
tanto tempo
Eu anjo caído sem merecimento
Tiro minhas forças de você...
Meu coração sombrio e judiado tem medo
De que tanta felicidade não esteja a mim
destinada
que eu não mereça nunca ser amada
e você não será meu firmamento...
Ah meu belo colibri!
Quando passeias em outro jardim
Me traz tanta tristeza e dor!
Queria tanto te dizer
Que nesse jardim não tem vida sem você
E quando você se vai tudo se torna sombrio
novamente
Dúvidas chicoteiam sobre minha doce alma necessitada
de amor!
Mas meu anjo, meu colibri
sei que com você é tudo diferente!
Não importa o que passou ou o que vivi,
Sou tudo e nada, alma e mente!
Sei que mereces mais que um coração estilhaçado
Ou uma alma medrosa
Mas o que eu faço se ao te ver meu coração desabrocha como uma
rosa
E eu não consigo parar de sonhar?
Serei eu egoísta, por te querer mais que
tudo?
Por
te querer nesse meu sombrio mundo
Querer que sejas o sol que ilumina meu caminho
enquanto tudo parece desabar?
Me diz você, meu anjo colibri
Nessa noite de luar
Se aceitares ficar aqui
prometo te fazer feliz e nunca te
magoar....
Mas se não quiseres meu doce colibri,
não deverias ter clareado meu mundo com
sonhos de amor
Da minha alma me livrado de toda dor
se não pretendias nesse novo mundo morar...
terça-feira, 5 de agosto de 2014
A morte da Borboleta
Sangue respingando no asfalto e então ela já não é mais uma
menina...
Todo o resplendor ficou para trás
sonhos ternos e cândidos não povoam sua mente mais!
E agora ela sabe exatamente como isso termina!
Roupas pela sala, cheiro de naftalina...
Em um baú dourado
Seu coração está guardado
E lacrado a sete chaves, nada germina.
Um vinho barato
bitucas e cinzas pelo chão...
Sem ao menos um muito obrigado
coadjuvante de sua própria história, ela abandona o salão.
Sangue respingando no asfalto...Ela não é mais menina...
Entre lágrimas e prazer
ser ou não ser...
Toda pureza despedaçada em camas vazias...
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